Todo mundo tem uma história

Todo mundo que gosta muito de café tem alguma história com ele para contar. Porque cada um tem a sua própria, e única, relação com o café. Essa é uma:



Adoro um bom café, essa é que é a verdade. Gosto do sabor, do aroma, da forma única como mexe comigo, com o meu organismo, com as minhas sensações. Como agita os meus nervos (‘guizos de oiro a tilintar’, Florbela dixit) e assim dispara as minhas energias em todas as direcções num espasmo de mil sabores, antes de deixar na boca e nos lábios aquele gosto bom e intenso que vira memória do prazer. É um vício antigo, descobri cedo, um prazer que não dispenso desde que aprendi a saborear, a prolongar o encanto, dosear a sofreguidão e bebericar em pequenos goles para que dure mais. Para que seja eterno enquanto dura. Assim aprendi os amargos de boca, também, vinham no pacote. No geral sobrevivi ao alcalóide fatal da coisa, ao que mata a sério. Cá estou, ainda fã.

Já bebi de tudo, há que confessar. Em todos e cada um o seu encanto particular, único, irrepetível, o seu gosto peculiar. Provei longos, curtos, intensos, mornos, cheios, frios, escuros, claros, fortes e suaves. Escaldei-me, não raro. Tive-os intoxicantes, daqueles que arrasam o bem estar e deixam marca, quantas vezes alergias de pele e outras. Biquei-os descafeinados, incapazes de fazer mal, porque tão assépticos como insonsos. Mas quentinhos, lá está, breve consolo e pouco mais. É a tal coisa: café é café, sabe sempre bem, nem que apenas por hábito, saudável exercício. E às tantas a gente habitua-se ao paladar, àquele qualquer que as circunstâncias plantaram no nosso caminho porque ficava mais perto ou dava mais jeito ou até nem era mau de todo, que sei eu, é assim e pronto, tanta vez... E de repente passa uma vida inteira sem que se prove doutra marca, outro lote, outra mistura.

Assim se perde a capacidade de escolha por anulação voluntária, por desistência das papilas, gustativas mas menos, cada vez mais.
No meu caso nem tanto, é certo, feitios, talvez. Continuo dependente daquele consolo, fã incondicional do sabor, pese resignado ao breve, razoável, sofrível, que vai sendo regra acontecer. Mesmo assim mantém o fascínio, aquela irresistível incógnita gustativa. E as chávenas estão cada vez mais fashion, reconheça-se, mais bonitas, mais cuidadas e elegantes, desde que alguém fez a esmola de descobrir o quanto a cobiça do olhar aumenta a vontade da prova. E assim sigo bebericando o meu cafezinho, como sempre, como dantes.

Retirada do blog português Sete Vidas como os Gatos.

E você, qual é a sua história com o café?
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Golf na Caneca

Essa caneca é para aqueles que pensam em golf até quando estão na mesa do escritório. Ela vem com um taco e uma bolinha para você (tentar) acertar a passagem em sua base.




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Café Romano

Reza a lenda que os romanos costumavam servir o caffè espresso com raspas de casca de limão Siciliano. Essa casca serviria para esterelizar as bordas da xícara, pois, na época em que nasceu o costume, a água de Roma era considerada de péssima qualidade.
Com água boa ou não, o costume continua até hoje, e a casquinha de limão dá um gostinho especial ao cafezinho espresso de todos os dias. Você já experimentou?



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Saquinhos antirroubo

Não tem nada mais chato que você separar um tempinho para tomar um cafézinho, com aquele lanchinho que você preparou em casa com todo cuidado, e alguém se intrometer na sua programação sem trazer contribuição alguma. Chega, toma o seu café e abocanha grande parte do seu lanche. Bom, em relação ao roubo do café, ainda não inventaram nenhuma solução. Mas, em compensação, em relação ao sanduíche... Saquinhos antirroubo neles!



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Coffee Art

O curitibano Dirceu Veiga é ilustrador desde 1994. Mas foi só a partir de 2007 que ele começou a experimentar em seus trabalhos uma matéria-prima da qual todos nós somos fiéis apreciadores. Sim, ele começou a pintar com café, fazendo a chamada Coffee Art. Após muitas horas de cafeteria, testando torras e grãos de café, chegou no resultado que queria. Com efeitos muitos similares aos da aquarela, ele dá ainda mais significado à universalidade do café.














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Brownie de café com receita da Palmirinha

Testada e aprovada pela culinarista Palmirinha Onofre, a receita faz parte da publicação "Receitas da Palmirinha Especial". Tome nota! Via Folha.com.


Ingredientes

150g de chocolate meio amargo

100g de manteiga

3 colheres (sopa) de café solúvel

2 colheres (sopa) de licor de café

2 ovos

1/4 de xícara (chá) de açúcar

3/4 de xícara de farinha de trigo

1/2 colher (chá) de bicarbonato

1 colher (chá) de essência de baunilha

1/2 xícara (chá) de nozes picadas

Modo de fazer
Coloque o chocolate em um recipiente e derreta-o em banho-maria. Adicione a manteiga, também derretida previamente em banho-maria, e misture para que se incorpore ao chocolate derretido. Acrescente o café solúvel com o licor. Reserve.
Na batedeira, coloque os ovos e o açúcar. Bata até obter um creme claro. Adicione o creme reservado e misture delicadamente. Acrescente a farinha de trigo e mexa para se agregar aos demais ingredientes. Junte o bicarbonato, a baunilha e as nozes picadas (opcional).
Coloque a massa obtida em uma assadeira retangular untada e polvilhada. Leve ao forno preaquecido a 180° por cerca de cinco minutos. Decore com a calda de chocolate.
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Pessimist's Mug

No universo do café há espaço para todos, até para os mau humorados e pessimistas. Uma prova disso é a caneca que avisa quando está metade vazia e não metade cheia.



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